Finalmente voltou para a pauta da câmara o Plano Diretor da cidade.
Já era sem tempo: plano bom é aquele que sofre ajustes. Sem dúvida alguma o plano diretor foi importantíssimo, mas, discordando do secretário Ferrari, os ajustes não são tão pequenos e sem prioridades.
Não se deve esquecer que a vocação dos bairros e ruas acontece de forma natural. Em vários casos, o plano direto da cidade deixou de avaliar essa questão.
O bairro Sta. Rosália ficou quase que apenas residencial, mesmo com o fato de boa parte deste ter sido tomado por escritórios e consultórios. O Campolim ficou restrito a poucas ruas comerciais, e é clara a pujança desse bairro para vias comerciais e de serviços. Esse é o novo centro comercial e de negócios da cidade, e como alguns gostam de dizer da Cômitre: “nossa avenida paulista” e assim como a av. Paulista, todo seu contorno é hiper-valorizado comercialmente. Plano sim, nadar contra a corrente, não!
O poder público está para servir o munícipe, portanto o Secretário não deveria se posicionar reticente à possibilidade de mudanças mais profundas no Plano Diretor. Não estou afirmando que existe a necessidade, mas, se o cidadão reivindicar, ele tem que ser ouvido.
Agora vou vestir minha camisa verde amarela, mas não vou atrapalhar a Comitre.
Aqui estarão os artigos publicados no Jornal Bom Dia, além de reflexões entre umas e outras. Pensamentos baratos de uma vida rica.

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