O ano mal começou e tem muita gente que já está estressada. Parece realmente que brasileiro gosta mesmo é de sofrer, porque passar o Réveillon na praia é programa de Pajé. 28 de dezembro, 8 da manhã, ir para o litoral norte parece ser algo fácil. Mas como nos aeroportos, a fila (de carros) demorou mais de 5 horas até o destino final, num acelera e freia entre a primeira e a segunda marcha. Festa com chuva em praia lotada e a volta pra casa fica para o dia 02, pois ninguém é “mané” para sair no dia primeiro. Maravilha, só 7 horas de viagem na volta.
Vai entender, mas tem gente que acha isso bom. As chuvas do início de ano são traumáticas, juntam as festas, as férias escolares e ressaca do ano velho. Essa mistura não tem como dar certo.
Melhorou um pouco esse ano pois pelo menos o piscinão do Abaeté funcionou e eu consegui sair de casa. Mas de qualquer forma a chuva castiga quem consegue tirar férias com os filhos, seja pelo surf no mar de carros que arrebenta no litoral ou seja na falta do que fazer em Sorocaba. Como se não bastasse a ressaca, mau humor, a chuva e criança presa dentro de casa, a TV já começa a tocar samba enredo do carnaval. Como disse Drummond: - “eta vida besta meu Deus”.
Aqui estarão os artigos publicados no Jornal Bom Dia, além de reflexões entre umas e outras. Pensamentos baratos de uma vida rica.

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